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terça-feira, 23 de agosto de 2016

DROGAS ILÍCITAS : LEGALIZAÇÃO NÃO É A SOLUÇÃO NO BRASIL

                



              DROGAS ILÍCITAS : LEGALIZAÇÃO NÃO É A SOLUÇÃO NO BRASIL


                                            Aluna: Mila Cristina Feitosa Nunes

O que leva alguém a se drogar? Será que a curiosidade e o desejo humano o conduz o homem a sentir o desejo de usar droga?
   No Brasil, a dependência de drogas é um problema de saúde pública que afeta muitas pessoas e tem grande variedade de consequências sociais e na saúde dos indivíduos.  As drogas ilícitas, ou seja, drogas que a comercialização é proíbida pela legislação, aqui no Brasil é a Cocaína, a Maconha, o Crack, Heroína, etc.  E a desculpa mais comum dos defensores da legalização é de que  fracassou a política mundial de combate às drogas. Ora, isso  significaria acreditar que se a polícia não consegue cumprir sua  missão, vamos então descriminalizar o máximo que pudermos para  aliviarmos o sistema policial e penal. O Estado tem que rever suas  estratégias de combate ao crime, inclusive o de tráfico internacional  de drogas. A tese de que algo proibido atrai mais a atenção do ser humano é  outro engano. Isso nos levaria ao raciocínio trágico de que se as drogas ilícitas fossem legalizadas o número de usuários, e a violêcia diminuiria.
   E também existe a ideia de que a legalização forçaria o crime organizado a  sair do comércio de drogas é outra falácia. Qualquer um sabe que  existe mercado paralelo para tudo. Um exemplo é o tabaco que também existe tráfico para não pagar impostos. E, no caso das drogas, os traficantes não abandonariam o segmento em hipótese alguma.
   Muitos acreditam que a legalização da droga permitiria a  regularização do mercado e um preço muito mais baixo acabaria com a  necessidade de se roubar para conseguir dinheiro para as drogas.  Muitos usuários de drogas praticam crimes não por necessidade, mas  apenas porque se sentem mais estimulados a emoções mais fortes,  sobretudo com o uso de drogas pesadas como a cocaína. 
   Se realmente está aumentando o número de usuários de  drogas ilícitas - na contramão do combate à cultura do tabaco e do  álcool - o Estado deveria investir tudo na prevenção contra o uso de drogas  lícitas ou ilícitas até porque essa medida resultaria em menos gastos  com o tratamento médico dessas pessoas. 
   A legalização não ajudaria a disseminar informação real sobre as  drogas, em hipótese alguma. O que permitiria saber dos perigos das  drogas é aumentar os investimentos e esforços em prol de uma cultura  de prevenção, e isso não acontece nem em países desenvolvidos.
    As políticas de redução de dano (o uso controlado de drogas  injetáveis, por exemplo) são de fato importantes para se salvar vidas,  mas não significam em hipótese alguma que servem para se legalizar as  drogas. São coisas diferentes.
   Como defendem alguns a legalização não restauraria o direito de  se usar drogas responsavelmente porque drogas quase sempre não  combinam com responsabilidade social e nem individual. Como não há  dúvida de que drogas fazem mal à saúde, como alguém que as usa pode  ser considerado responsável consigo mesmo? Há uma contradição nisso. 
   Se as prisões por uso de droga são claramente discriminatórias do  ponto de vista social (um pobre com um quilo de maconha é preso por  tráfico e um integrante de classe média, com a mesma quantidade, é  preso por uso), o que é preciso é nivelar a punição ao crime ao menos  com um processo judicial, como acontece hoje, e não se liberar todos. 
   No Brasil, caso haja a legalização da maconha, teria-se como consequência o aumento do consumo da cocaína e outras drogas, o que geraria mais narcotráfico no Brasil. Por que Simplesmente, caso a venda de maconha no Brasil fosse legalizada com nota fiscal e cobrança de impostos sobre o produto, os traficantes não deixariam de ter o lucro enorme que possuem para se enquadrarem legalmente como vendedores de canabis ativa. Pelo contrário, o Estado estaria permitindo ao um traficante que utilizassse um local legalizado, no qual, obviamente, não venderia só a maconha, venderia também cocaína, dentre outras drogas.
   A Inglaterra também havia liberado a maconha, e voltou atrás, porque as consequências foram danosas à saúde, assim como os problemas sociais
   O Conselho Nacional de Política sobre Entorpecentes defende projetos pela prevenção, pelo amor aquele cidadão usuário que quer sair do uso das drogas. Isso sim dá resultado, porque o usuário se sente valorizado e aos poucos deixa de lado a necessidade do uso do entorpecente.
   Não é liberar e legalizar as drogas que vai resolver o problema do usuário no Brasil, de forma nenhuma. Vai sim ajudar o governo a arrecadar mais impostos, porém, o traficante continuará exercendo a venda de outras drogas na ilegalidade, como consequência o país ficara com maior índice de doenças respiratórias e dependência as drogas, com efeito maior na criminalidade.














Referências Bibliográficas:
http://www.xr.pro.br/ENSAIOS/DesRazoes.HTML
http://googleweblight.com/?lite_url=http://www.diplomatique.org.br/editorial.php?edicao%3D2&ei=PQPsxf5s&lc=pt-BR&s=1&m=174&host=www.google.com.br&ts=1471915884&sig=AKOVD647SxOKvGNAMi5wOz70D4WiCpcyYQ


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